Novamente contigo sonharei...
Querido príncipe,
estava só a olhar para o belo luar.
Fui ao seu encontro
mas tu não me percebeste ao teu lado,
pois ia ao econtro de outra alma
e assim, sumiam no meio da doce névoa do anoitecer.
Novamente a solidão veio a me atormentar
chorei amargamente sob o lindo luar,
meu coração congelou-se naquele instante
assim aos berros acordei,
com a dor da desilusão
e pude perceber quão amarga é a solidão.
Não há mais solução
minha alma está condenada a triste sina de viver
somente de ilusão!
D.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Nada
Parecia impossivel
mais uma vez aconteceu
o que meu coração mais temia
A morte de minha alma
me levou as profundezas de meus próprios olhos
trazendo o medo para minhas mãos
Tudo voava
em meu espirito nada mais se fazia vivo
tudo escuro
E meus olhos latejavam
minhas entranhas se retorciam
e traziam a dor de não saber o que é vida
Tudo era dor
tudo se passava como medo e loucura
de mais uma noite sem céu
Minha maquiagem negra
que esconde meu rosto
escuridão me contorce nessa vida que me mostrou as trevas
O negro vento
o frio do meu quarto
me da a sensação de um mundo sem voz
Lá fora não me satisfaz
tudo não passa de nada
meus olhos ardem mais uma vez
Depois daquela noite
sem estrelas
sem vento
Vi mais uma vez
minha alma dizer adeus
tu abandonastes meu ser
Para mais longe fugir
onde eu sei que não encontrarei
uma só faisca de vida.
D.
mais uma vez aconteceu
o que meu coração mais temia
A morte de minha alma
me levou as profundezas de meus próprios olhos
trazendo o medo para minhas mãos
Tudo voava
em meu espirito nada mais se fazia vivo
tudo escuro
E meus olhos latejavam
minhas entranhas se retorciam
e traziam a dor de não saber o que é vida
Tudo era dor
tudo se passava como medo e loucura
de mais uma noite sem céu
Minha maquiagem negra
que esconde meu rosto
escuridão me contorce nessa vida que me mostrou as trevas
O negro vento
o frio do meu quarto
me da a sensação de um mundo sem voz
Lá fora não me satisfaz
tudo não passa de nada
meus olhos ardem mais uma vez
Depois daquela noite
sem estrelas
sem vento
Vi mais uma vez
minha alma dizer adeus
tu abandonastes meu ser
Para mais longe fugir
onde eu sei que não encontrarei
uma só faisca de vida.
D.
A morte
Um dia chuvoso, frio e mórbido,
tremendo, deito em minha cama
e começo a delirar
aos poucos minha respiração se altera
e começo a ficar gelada,
e sem perceber adormeço.
Após um tempo, me levanto
e ao olhar para cama,
vejo que além do sangue,
encontra-se ali meu corpo
e concluo: "Não era apenas um delirio,
era a morte vindo me buscar".
D.
tremendo, deito em minha cama
e começo a delirar
aos poucos minha respiração se altera
e começo a ficar gelada,
e sem perceber adormeço.
Após um tempo, me levanto
e ao olhar para cama,
vejo que além do sangue,
encontra-se ali meu corpo
e concluo: "Não era apenas um delirio,
era a morte vindo me buscar".
D.
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